Tal como estava programado às 08H30 o autocarro da AVIC “zarpou” para mais um dos já muitos passeios, organizados pelo amigo António Simões Baltazar. Passeios estes que já começam a ser bastante procurados e desejados, pois que a “chancela”, Tó Simões, prima pela boa organização, qualidade, boa disposição, respeito e amizade. Mais uma vez este passeio não deixou por créditos alheios o desejo de outro quando o último acaba. Assim, que venha o próximo!




Triste porque me lembrou do CORETO do jardim da Figueira.
O CORETO da minha juventude.
O CORETO que foi também da minha filha.
O CORETO que gostava que fosse também do meu neto.
Que saudades do CORETO da Figueira!
Onde estará o dito?
Quando é que é cumprida a promessa de o recolocar no lugar de onde nunca deveria ter saído?
Porque é que na Figueira só se fazem asneiras?
Estas perguntas foram feitas por nós enquanto percorríamos estes jardins e deu azo a alguma conversa sobre o assunto.

Cerca das 11H30, chegámos ao cais de embarque, onde não foi preciso muito tempo para nos instalarmos confortavelmente nos nossos respectivos lugares no São Cristóvão.
Este passeio levou-nos a conhecer a paisagem natural das margens do rio Zêzere, partindo de Castanheira. Seguimos em cruzeiro nas águas serenas da Barragem do Castelo de Bode, famosa pelo seu caudal e pela captação da água que abastece Lisboa.




Depois de circundarmos a ilha, iniciámos o nosso passeio de regresso, lentamente, e onde tivemos o privilégio de saborear as boas coisas da vida, tal como sentir a brisa, fotografar e guardar na nossa memória aquela calma que ali se vive. A natureza é um tesouro das terras templárias, cujo maior património existente é a qualidade do ar e água. É este o paraíso que nos foi oferecido para contemplarmos e saborearmos.


Esta nossa paragem fez-se com uma visita à Basílica, depois uma passagem pelo Recinto, Capela das Aparições e Azinheira Grande.
Seguidamente num dos bares/cafés do local, alguns de nós estivemos a refrescar as gargantas e aconchegar as barriguinhas, para que a viagem de regresso até Tavarede, fosse feita com descanso e satisfação.
Como já é normal nas nossas viagens o regresso é feito sempre ao som das gargantas presentes que nos cantam canções populares e fadinhos e até são contadas histórias e anedotas.
Pelas 19H30, saímos de Fátima.
A chegada a Tavarede aconteceu perto das 21H00, como estava previsto.

Até ao próximo passeio.